terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Crianças jogam bola em pista de aeroporto e quase provocam acidente

Piloto de aeronave de pequeno porte teve de desistir de aterrissagem.
Torre de controle acionou polícia de Guararapes (SP), que as retirou.

Do G1 Rio Preto e Araçatuba
Dois meninos, um de seis e outro de oito anos, quase provocaram um acidente no aeroporto de Guararapes (SP), nesta segunda-feira (15). Os dois garotos jogavam bola na pista, enquanto um avião se preparava para pousar.
Segundo informações da polícia, uma aeronave de pequeno porte manobrava para aterrissar no aeroporto da cidade, quando o piloto viu as duas crianças brincando na pista e cancelou a manobra. Ele acionou a torre de controle e a Polícia Militar, que estava perto do local e rapidamente retirou as crianças, que estavam assustadas.
Os meninos disseram aos policiais que queriam apenas jogar bola e não perceberam que estavam na pista. Quando um deles se acalmou, disse aos policiais o local onde mora. Então as crianças foram levadas até a residência, onde um dos tios dos garotos se responsabilizou pelos dois. As crianças não ficaram feridas e passam bem.

sábado, 13 de dezembro de 2014

Músicos deixam voo em ação da PF após reclamação por calor em avião

Integrantes da 'Melanina Carioca' se irritaram com resposta de aeromoça.
Desentendimento ocorreu durante embarque no aeroporto de Salvador.

"Do G1 BA
Melanina Carioca (Foto: Divulgação/Lapa 40 Graus)Grupo Melanina Carioca, do Rio de Janeiro
(Foto: Divulgação/Lapa 40 Graus)
Os integrantes do grupo Melanina Carioca foram retirados de um voo na manhã deste sábado (13), no aeroporto Internacional Luís Eduardo Magalhães, em Salvador, após desentimento por uma reclamação de calor. As informações são da assessoria de imprensa da banda e foram confirmadas pela Polícia Federal, que atuou no caso.
Os artistas embarcaram na capital baiana com destino a São Paulo em um voo da companhia aérea Azul. Ainda segundo a assessoria da banda, um dos integrantes reclamou do calor dentro do avião, antes da decolagem, pois o ar-condicionado não estaria funcionando.
Segundo os músicos, em resposta, uma aeromoça teria dito que a sensação de calor estaria relacionada ao clima de Salvador. "Ela disse 'aqui é quente, aproveita que a gente está na Bahia'', contou uma testemunha que preferiu não se identificar.
Um integrante do grupo não gostou da resposta, se irritou com a funcionária e fez reclamações. Com o desentendimento, a funcionária da empresa aérea chamou a Polícia Federal para um dos integrantes da banda que fez a reclamação e que estaria adotando "comportamento inapropriado" fosse retirado da aeronvae. A assessoria da Melanina Carioca preferiu não citar o nome de que fez a reclamação com a funcionária.
Com a situação da chegada da polícia, os outros integrantes do grupo não aceitaram a saída de apenas uma pessoa e todos resolveram deixar o avião.
Por meio de nota, a Azul Linhas Aéreas informou ao G1 que foi solicitado aos integrantes da banda que descessem do avião por conta de comportamento inapropriado. Contou ainda que os componentes da banda, por repetidas vezes, interferiram nas instruções de segurança realizado por uma das comissárias de bordo, impedindo a realização e compreensão.
O produtor da banda, Júlio Martins, disse que a PF fez o procedimento normal de retirada dos integrantes e conferência dos documentos e que eles seriam encaminhados para outro voo, de outra empresa aérea. A banda ainda terá dois shows neste sábado (13) em São Paulo.
Confira abaixo, na íntegra, a nota emitida pela Azul Linhas Aéreas:
"A Azul Linhas Aéreas Brasileiras informa que, devido ao comportamento inapropriado de alguns integrantes da banda Melanina Carioca, que embarcavam hoje no voo 2819, entre Salvador e São Paulo, solicitou aos referidos Clientes que desembarcassem, pois a atitude dos mesmos interferia na segurança das operações. Integrantes da banda, por repetidas vezes, interferiram no speech de segurança realizado por uma das comissárias de bordo, impedindo sua realização e compreensão.
Todos os integrantes da banda optaram em deixar o voo e serão reacomodados em outro voo da empresa. A companhia lamenta o ocorrido, mas reafirma seu compromisso fundamental, que é zelar pela segurança."

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Empresa americana diz que pagou propina a FAB e ex-governador de RR

Dallas Airmotive fez um acordo com a Justiça dos EUA admitindo crime.
FAB e José de Anchieta Júnior disseram que ainda vão apurar informação.

Do G1, em São Paulo
 
 
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos informou nesta quarta-feira (10) que a empresa Dallas Airmotive fez um acordo judicial admitindo que pagou propina a autoridades brasileiras. A empresa pagará US$ 14 milhões de sanção penal por descumprir a lei americana de práticas contra a corrupção no exterior.
Segundo o comunicado, a empresa disse à Justiça americana que, entre 2008 e 2011, subornou funcionários da Força Aérea Brasileira (FAB) e do gabinete do Governo do Estado de Roraima – o governador nesse período era José de Anchieta Júnior (PSDB).
Segundo o Departamento de Justiça dos EUA, entre os mecanismos usados pela Dallas Airmotive para o pagamento da propina estavam acordos com empresas de fachada, pagamentos a terceiros que repassariam o dinheiro aos subornados e fornecimento de bens de valor, como pagamento de férias.
FAB e José de Anchieta Júnior
"Não vou declarar nada, porque vou me inteirar da notícia primeiro. Eu vou não me declarar enquanto eu não apurar isso direito. Eu não tenho conhecimento, não me lembro. Vou apurar isso aí. Vou me inteirar disso e só me pronuncio depois", disse por telefone José de Anchieta Júnior ao ser procurado pelo G1.
A FAB informou ter tomado conhecimento do caso no fim da tarde desta quinta-feira (11). De acordo com a assessoria de imprensa, o caso está sendo apurado e a Aeronáutica não deverá se pronunciar até ter mais detalhes sobre a denúncia.
Em nota, um porta-voz da empresa Dallas Airmotive disse que a ética e a governança são valores da empresa e atribuiu as irregularidades a empregados terceirizados e funcionários que atuavam na América do Sul no período investigado – e que não formam mais parte dos quadros da empresa.
Também informa que foi trocada a chefia de operações da empresa na América do Sul e que o Departamento de Justiça americano reconheceu a cooperação da Dallas Airmotive com as investigações e as melhorias em programas de governança e controle, e no compromisso da empresa para futuros aprimoramentos. A empresa trabalha com serviços de manutenção de motores de aeronaves.

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Aeronaves que estão bloqueando próximo a BHZ, reportando recebimento de sinal de Radio Impacto ELT em 121.500mhz

Juiz que ordenou prisões em Imperatriz tem histórico de polêmicas

Marcelo Baldochi deu ordem de prisão a três funcionários da TAM.
Magistrado já se envolveu em briga com flanelinha e trabalho escravo.

Do G1, com informações do Bom Dia Brasil
O juiz Marcelo Baldochi, que deu ordem de prisão a três funcionários da empresa TAM Linhas Aéreas do município de Imperatriz, no Maranhão, já se envolveu em outras situações polêmicas. No ano passado, ele brigou com um flanelinha por causa de uma vaga de estacionamento, levou uma paulada na cabeça e ficou quase uma semana no hospital.
Em 2007, fiscais do Ministério do Trabalho resgataram 25 pessoas que trabalhavam em situação análoga à escravidão na fazenda do magistrado, na cidade de Açailândia, no interior do Maranhão. Eles não tinham carteira assinada e nem as mínimas condições de segurança e de higiene. O juiz não foi punido criminalmente e o caso acabou sendo arquivado.
Entenda
No sábado (6), três funcionários foram mandados ao Plantão Central da Polícia Civil de Imperatriz após receberem ordem de prisão do juiz. Segundo depoimento prestado pelos funcionários na delegacia, o magistrado teria ordenado a prisão dos funcionários ao ser impedido de entrar em uma aeronave, minutos após os procedimentos de embarque serem encerrados.
Os funcionários o impediram de embarcar alegando que o magistrado chegou atrasado ao aeroporto, quando o avião já estava pronto para decolar.
Um vídeo mostra a reação do juiz: "Tá preso em flagrante. Vou descer agora para registrar a ocorrência na delegacia. Quietinho! Não sai daí. Pra aprender a respeitar o consumidor".
A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) repudiou a atitude do juiz Marcelo Baldochi e divulgou em nota que considera inadmissível qualquer atitude que represente abuso de poder. A Associação dos Magistrados do Maranhão (AMMA) também se manifestou.
"Se for observado algum tipo de excesso, que haja efetivamente a punição. Porque nós, magistrados do Estado do Maranhão, não compactuamos com esse tipo de atitude", garantiu o presidente da AMMA Gervásio Protásio